Formar um consórcio pode ser uma maneira eficaz de atingir seus objetivos de retrofit.

Há benefícios reais no trabalho colaborativo quando se trata de ampliar a escala da obra, desbloquear eficiências e atender às necessidades de seus moradores e comunidades. Este artigo de notícias é de um arquivo e pode conter informações desatualizadas. “Seja claro sobre os motivos pelos quais você está formando ou participando de uma proposta de consórcio.” “Escolha o parceiro líder certo.” “Comece a construir relacionamentos desde cedo.” “Conselhos para licitantes líderes…” Mais informações sobre a formação de consórcios Na primeira fase do Fundo de Descarbonização da Habitação Social (SHDF), os consórcios desempenharam um papel fundamental na obtenção de financiamento.

Cento e cinquenta e nove organizações estiveram representadas nas 55 propostas bem-sucedidas apoiadas pelo Acelerador de Retrofit da Habitação Social (SHRA), numa altura em que apenas as autarquias locais ou as autarquias conjuntas podiam liderar as propostas para o SHDF. Com a mudança nos critérios para a Onda 2.1 e todos os Fornecedores Registrados (FRs) agora elegíveis para participar da licitação, qual o papel que os consórcios ainda precisam desempenhar? Formar um consórcio pode ser uma maneira eficaz de alcançar seus objetivos de retrofit.

Há benefícios reais no trabalho colaborativo quando se trata de ampliar a escala, desbloquear eficiências e atender às necessidades de seus moradores e comunidades. Ao trabalhar com parceiros e reunir recursos, você pode aproveitar ao máximo os pontos fortes de diferentes organizações, com uma gama mais diversificada de habilidades e conhecimentos para lidar com considerações técnicas, legais e comerciais. https://schneiderconsorcios.com.br/qual-melhor-consorcio-de-imovel-saiba-como-escolher-com-seguranca/

Como o Bitcoin mudou a percepção sobre o que é dinheiro

Como o Bitcoin mudou a percepção sobre o que é dinheiro Por décadas, fomos ensinados que o dinheiro é algo emitido por governos e controlado por bancos centrais. No entanto, o surgimento do Bitcoin em 2009 iniciou uma revolução silenciosa, desafiando a própria definição de valor e confiança no sistema financeiro global. A quebra do monopólio estatal A primeira grande mudança foi a descentralização. Antes do Bitcoin, era impossível imaginar uma moeda global que não dependesse de um “terceiro de confiança” (como um banco) para validar transações.

Ao utilizar a tecnologia Blockchain, o Bitcoin provou que a matemática e o consenso de rede são mais eficientes e transparentes do que a burocracia tradicional. Hoje, investir em criptomoedas significa participar de um sistema onde o usuário tem o controle total sobre seu patrimônio. Escassez digital: O “Ouro 2.0” Outro pilar fundamental é a escassez. Enquanto moedas fiduciárias (como o Real ou o Dólar) podem ser impressas indefinidamente pelos governos, gerando inflação, o Bitcoin tem um suprimento limitado de 21 milhões de unidades. Essa característica mudou a percepção do dinheiro como algo que perde valor com o tempo para algo que pode servir como reserva de valor.

Essa lógica abriu portas para que outros projetos, como o Ethereum, expandissem o mercado cripto com contratos inteligentes e novas utilidades financeiras. Dinheiro sem fronteiras e sem permissão Com o Bitcoin, a ideia de “comprar criptomoedas” deixou de ser apenas um investimento especulativo para se tornar uma busca por liberdade. O dinheiro passou a ser visto como informação. Ele pode ser enviado para qualquer lugar do mundo em minutos, sem depender de horários bancários ou autorizações governamentais. O Bitcoin nos ensinou que o dinheiro não precisa ser um pedaço de papel ou um saldo em um aplicativo de banco centralizado; ele pode ser um código seguro, global e imutável.

Conclusão O Bitcoin não apenas criou uma nova classe de ativos; ele nos forçou a questionar o sistema atual. Ele mostrou que o dinheiro moderno deve ser digital, escasso e, acima de tudo, pertencer às pessoas, não às instituições. Se você está entrando agora no mercado cripto, entenda: você não está apenas comprando um ativo, está adotando uma nova forma de entender o valor. Banco onilx Investimentos

Como verificar transações na blockchain passo a passo

Como verificar transações na blockchain passo a passo Uma das maiores vantagens das criptomoedas é a transparência. Diferente do sistema bancário tradicional, no mercado cripto você não precisa acreditar na palavra de ninguém: você mesmo pode auditar qualquer operação. Se você enviou ou recebeu Bitcoin, Ethereum ou qualquer outro token e quer saber o status da operação, siga este guia rápido. 1. Localize o ID da Transação (TXID) O primeiro passo é obter o “comprovante” digital da sua operação, conhecido como TXID (Transaction ID) ou Hash da Transação. Este é um código alfanumérico longo (ex: 0x… ou uma sequência de números e letras) que identifica a sua movimentação de forma única. Você o encontra no histórico de envios da sua carteira (wallet) ou da corretora (exchange) que utilizou. 2. Escolha o Explorador de Blocos adequado Cada rede tem o seu próprio “rastreador”. Para verificar os dados, você deve acessar o explorador correspondente à moeda utilizada: Bitcoin: [mempool.space](https://mempool.space) ou [blockchain.com](https://blockchain.com). Ethereum: [etherscan.io](https://etherscan.io).

Solana: [solscan.io](https://solscan.io). BNB Chain: [bscscan.com](https://bscscan.com). 3. Pesquise e interprete os resultados Ao abrir o site do explorador, cole o seu TXID na barra de busca e dê “Enter”. As informações principais que você deve observar são: Status: Se aparecer “Success” ou “Confirmed”, a transação foi concluída. Se estiver “Pending”, ela ainda está sendo processada pelos mineradores ou validadores. Confirmations (Confirmações): Indica quantas vezes a transação foi validada pela rede. Para o Bitcoin, 3 a 6 confirmações são consideradas totalmente seguras. Endereços de Origem e Destino: Verifique se os endereços de carteira estão corretos. Taxas (Fees): O valor pago à rede para processar a operação. Por que isso é importante? Verificar a blockchain evita ansiedade. Às vezes, a rede está congestionada e sua cripto demora a cair. Ao olhar o explorador, você entende se o problema é um atraso da rede ou se houve algum erro no endereço de destino. Dica de segurança: Nunca compartilhe suas chaves privadas ou frases de recuperação. O TXID é público e seguro para compartilhar, mas seus acessos pessoais devem ser guardados a sete chaves!

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A lógica dos impostos federais: PIS e COFINS além da sopa de letrinhas

A primeira vez que o Marcos abriu a guia de PIS e COFINS após migrar sua empresa de tecnologia para o Lucro Real, ele quase derrubou a caneca de café. O susto tinha fundamento: a alíquota combinada, que antes era de 3,65% no Lucro Presumido, saltou para assustadores 9,25%. No telefone, ele me perguntou: “Como isso pode ser vantajoso? O governo agora é meu sócio majoritário?”. Essa é a reação clássica de quem encara a sopa de letrinhas tributária sem entender a engrenagem por trás dela. O PIS (Programa de Integração Social) e a COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) são tributos federais que incidem sobre a receita bruta, mas a forma como eles “mordem” o caixa depende inteiramente do regime em que sua empresa pisa. O jogo da cumulatividade vs. não cumulatividade No cenário do Marcos, o que aconteceu foi a mudança de sistema. No Lucro Presumido, vigora o regime cumulativo. É simples: você fatura, aplica 0,65% de PIS e 3% de COFINS, paga e pronto. Não importa se você teve custos altos ou baixos; o imposto incide sobre o faturamento bruto. É uma conta de padaria, fácil de prever, mas que pode ser injusta se sua margem for apertada. Já no Lucro Real, entramos no terreno da não cumulatividade. Aqui, a alíquota é maior (1,65% e 7,6%), mas a lógica muda. Você pode abater créditos sobre insumos, aluguéis de prédios, energia elétrica e até depreciação de máquinas. O “pulo do gato” que expliquei para o Marcos foi que, embora a alíquota fosse maior, ele agora poderia subtrair o que pagou de PIS/COFINS nas suas compras do que deveria pagar nas suas vendas. Se a empresa dele consome muita infraestrutura de nuvem, tem um aluguel pesado de escritório ou investe pesado em equipamentos, a conta final do Lucro Real pode acabar sendo menor do que os 3,65% “baratos” do Presumido. Onde mora o perigo (e a oportunidade) Muitos empresários tratam a emissão de notas fiscais e a gestão de compras como tarefas meramente burocráticas. Erro fatal.

Na gestão contábil estratégica, o PIS e a COFINS exigem um compliance fiscal rigoroso. Se você compra de um fornecedor que não destaca o imposto corretamente ou se você classifica um insumo de forma errada, está deixando dinheiro na mesa ou, pior, atraindo a fiscalização. Imagine uma indústria de móveis. Se ela não creditar o PIS e a COFINS sobre a madeira, a energia da fábrica e o frete, o lucro dela é drenado silenciosamente. Por outro lado, se tentar creditar algo que a Receita Federal não considera insumo — como o cafézinho da recepção ou o marketing —, ela entra na malha fina. Além da guia de impostos A verdade é que olhar para o PIS e a COFINS apenas no dia 25 de cada mês, quando a guia vence, é contabilidade reativa. O empresário moderno precisa de uma visão de fluxo de caixa e BPO financeiro que converse em tempo real com o planejamento tributário. Para o autônomo ou o pequeno prestador de serviços, o Simples Nacional costuma mascarar esses impostos dentro de uma guia única (o DAS), o que traz paz de espírito, mas nem sempre a maior economia. Já para quem está em fase de escala, a escolha entre ser cumulativo ou não cumulativo é o que define se a empresa terá fôlego para investir ou se viverá para pagar boletos da União.

Contabilidade Tributária para grandes empresas

A gastronomia cosmopolita da capital paranaense

O que define o paladar de uma cidade moldada por fluxos migratórios e um planejamento urbano rigoroso? Curitiba não se resume ao frio ou à eficiência do seu sistema de transporte; a capital paranaense é um laboratório técnico de sabores onde a tradição europeia colide com a biodiversidade da Mata Atlântica. Para entender a gastronomia local, é preciso desconstruir a ideia de “comida típica” e analisar a complexidade técnica por trás de pratos que sobrevivem há séculos. Santa Felicidade, o epicentro da colonização italiana, exemplifica essa escala industrial-artesanal. Diferente de pequenos bistrôs, a operação logística aqui é massiva. O galeto al primo canto não é apenas um frango assado; ele exige uma técnica de marinação específica — geralmente envolvendo vinho branco, sálvia e alho — para garantir que a carne permaneça suculenta sob uma pele crocante, mesmo em produções de alto volume. O acompanhamento clássico, o radicci com bacon, traz o amargor necessário para equilibrar a gordura da polenta frita, criando um perfil sensorial que remete diretamente às colinas do Vêneto, mas com insumos do solo paranaense. A influência do Leste Europeu se manifesta de forma técnica no Centro Histórico e no bairro São Francisco. O pierogi, pastel cozido de origem polonesa e ucraniana, é uma aula de ciência das massas. A elasticidade da massa de trigo, recheada com uma mistura densa de batata e ricota, depende da proporção exata de umidade para que não se desfaça durante a fervura. Servido com molho de nata ou simplesmente salteado na manteiga com cebolas caramelizadas, o prato é o combustível térmico ideal para as temperaturas oscilantes da capital. Quando descemos a Serra do Mar, seja pela BR-277 ou pela histórica ferrovia Paranaguá-Curitiba, o cenário técnico muda drasticamente. Em Morretes e Antonina, o Barreado reina. Do ponto de vista da engenharia gastronômica, o Barreado é um estudo sobre transferência de calor e pressão. A técnica consiste em cozinhar cortes de carne bovina (geralmente maminha ou coxão mole) em panelas de barro hermeticamente seladas com uma mistura de farinha de mandioca e cinzas ou água. Esse “lacre” cria um ambiente de alta pressão interna que, ao longo de 12 a 24 horas de fogo lento, quebra as fibras de colágeno e transforma a proteína em um desfiado gelatinoso e profundo.

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O ritual de servir — batendo o prato com farinha de mandioca até que ele não caia da cabeça do garçom — é a prova física da densidade e da viscosidade perfeita alcançada pelo amido. No Mercado Municipal de Curitiba, a experiência técnica se volta para os ingredientes sazonais. O pinhão, semente da Araucaria angustifolia, é o protagonista absoluto durante o inverno. Sua aplicação vai muito além do cozimento simples em água e sal; chefs locais utilizam a farinha de pinhão para criar massas sem glúten e risotos que exploram o sabor amendoado e a textura densa da semente. É um exemplo de como o terroir da região dita o ritmo das cozinhas de alta gastronomia na cidade. Para o visitante que busca explorar essa densidade cultural sem os erros comuns de logística — como enfrentar filas quilométricas em Santa Felicidade ou perder o timing do Barreado em Morretes —, o suporte de um receptivo especializado é um diferencial operacional. Um city tour gastronômico bem estruturado não apenas transporta o turista, mas contextualiza a evolução arquitetônica e social que permitiu a Curitiba se tornar esse polo cosmopolita. Seja em um jantar privativo no Batel ou em um roteiro de “baixa gastronomia” nos botecos clássicos do centro, a cidade se revela através da técnica e da hospitalidade silenciosa, típica de quem sabe que a boa mesa exige, acima de tudo, tempo e precisão.

Como funciona a renovação automática do contrato de aluguel

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Como funciona a renovação automática do contrato de aluguel Muitos inquilinos e proprietários acreditam que, assim que o prazo determinado no contrato de locação chega ao fim, o vínculo se encerra imediatamente. No entanto, no mercado imobiliário brasileiro, a renovação automática é um processo comum e regido pela Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91). Entender como esse mecanismo funciona é fundamental para evitar surpresas e garantir a segurança jurídica de ambas as partes. O que acontece quando o contrato vence?

Quando um contrato de aluguel residencial (geralmente de 30 meses) chega ao fim e o inquilino permanece no imóvel por mais de 30 dias sem oposição do proprietário, ocorre a renovação automática. Nesse momento, o contrato deixa de ter um “prazo determinado” e passa a vigorar por prazo indeterminado. Isso significa que todas as cláusulas anteriores continuam valendo — como o valor do aluguel, as responsabilidades por taxas e as garantias locatícias —, mas a forma de rescisão muda. Regras para a rescisão no prazo indeterminado A principal diferença após a renovação automática está na flexibilidade de saída. 1. Por parte do inquilino: Ele pode entregar o imóvel a qualquer momento, desde que avise o proprietário com 30 dias de antecedência (o chamado aviso prévio). Caso não avise, poderá ter que pagar o valor correspondente a um mês de aluguel.

2. Por parte do proprietário: A retomada do imóvel em contratos de 30 meses que se tornaram indeterminados pode ocorrer a qualquer tempo, também respeitando o aviso prévio de 30 dias para a desocupação. Reajustes e garantias Mesmo com a renovação automática, o reajuste anual do aluguel continua valendo com base no índice previsto em contrato (geralmente IPCA ou IGP-M). Além disso, o fiador ou o seguro-fiança permanecem responsáveis pelas obrigações até a entrega efetiva das chaves, a menos que haja uma cláusula específica de exoneração. Dica para corretores e imobiliárias Para quem atua na gestão de imóveis, o ideal é entrar em contato com as partes 60 dias antes do vencimento do contrato. Isso permite negociar novos valores, atualizar o índice de reajuste ou formalizar um novo aditivo com prazo determinado, trazendo mais previsibilidade para o investidor e para o locatário. A renovação automática é uma facilidade, mas a comunicação clara entre as partes é o que garante uma locação saudável e sem conflitos.

Como se desenvolve o ciclo de expansão e recessão?

Mesmo quem sofre de dor crônica tem dias relativamente bons e ruins. Em um dia bom, quando a dor não é tão intensa, é natural que queiramos aproveitar a diminuição da dor e colocar em dia algumas tarefas que deixamos para trás. Como há muita coisa para fazer, nesses dias bons costuma haver um aumento significativo nos nossos níveis de atividade. Às vezes, os dias ruins se prolongam demais sem que um dia bom apareça, e decidimos simplesmente seguir em frente e fazer o que precisamos fazer, independentemente da dor.

Assim como nos dias bons, experimentamos um aumento significativo na atividade em um curto período de tempo – esse período de atividade é conhecido como ” pico “. Infelizmente, quando há muita atividade em um curto espaço de tempo, sentimos rapidamente as consequências. Ao acordar na manhã seguinte, a dor se intensificou. É provável que você esteja exausto, com privação de sono e frustrado porque até mesmo os dias bons parecem ser sempre seguidos por dias ruins. Como a dor é muito intensa, você precisa descansar – e descansar por um bom tempo.
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Esse período de repouso forçado após uma crise de dor pode durar vários dias e é conhecido como ” descanso “. Infelizmente, durante a retração, seu nível de atividade é menor do que o normal. Como resultado, seus músculos atrofiam e suas articulações enrijecem, e mesmo depois de recuperado, a dor piora um pouco. Isso significa que atingimos nosso limite mais cedo na próxima expansão, e a próxima retração dura um pouco mais. Com o tempo, esse ciclo aumenta nossa dor e diminui nossa atividade.

A história esquecida das moedas digitais pré-Bitcoin

Existe um mito persistente, quase religioso, de que o Bitcoin surgiu do vácuo em 2008, fruto de uma “imaculada concepção” tecnológica por parte de Satoshi Nakamoto. Nada poderia estar mais longe da verdade. Para entender a robustez da blockchain hoje, ou por que a resistência à censura é o valor intrínseco mais alto de um ativo digital, precisamos dissecar o cemitério de projetos que pavimentaram essa estrada. O Bitcoin não foi o primeiro; foi apenas o primeiro a não morrer.

Se voltarmos a 1983, muito antes da internet se tornar uma utilidade doméstica, David Chaum já estava desenhando a arquitetura do dinheiro anônimo. Seu projeto, o DigiCash (lançado comercialmente em 1989), era tecnicamente brilhante. Ele utilizava “assinaturas cegas” (blind signatures), uma criptografia que permitia transações indetectáveis pelo banco emissor. A privacidade era absoluta, superando até o que temos em muitas blockchains públicas atuais. O problema do DigiCash, contudo, não era criptográfico; era estrutural.

Era centralizado. Quando a empresa de Chaum faliu em 1998, devido a erros estratégicos e pressão bancária, a moeda desapareceu com ela. Aqui temos a primeira lição analítica que moldaria o futuro: se existe um servidor central que pode ser desligado, ou uma empresa que pode ser processada, a moeda não é soberana. Enquanto o DigiCash falhava pela via corporativa, o E-gold (1996) falhava pela via regulatória. O conceito era simples e atraente: uma moeda digital lastreada em ouro físico armazenado em cofres. No seu auge, o E-gold processava bilhões de dólares anualmente e tinha milhões de contas.

Era funcional e global. No entanto, a centralização dos cofres e dos servidores tornou o E-gold um alvo fácil para o Departamento de Justiça dos EUA. Alegando uso para lavagem de dinheiro, o governo desmantelou a operação. Essa falha específica do E-gold é crucial para entender a obsessão dos cypherpunks com a descentralização. Ficou claro que qualquer tentativa de criar uma moeda alternativa que dependesse de custódia física ou de uma entidade jurídica seria eventualmente cooptada ou destruída pelo Estado. Foi nesse vácuo de fracassos que surgiram as propostas teóricas que chegariam mais perto da solução.
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Wei Dai propôs o b-money em 1998, introduzindo a ideia de que os participantes da rede deveriam manter um registro separado de saldos — um precursor do livro-razão distribuído. Quase simultaneamente, Nick Szabo desenhou o Bit Gold. Szabo identificou que o problema da inflação e da confiança exigia que a criação da moeda tivesse um custo real, algo que não pudesse ser falsificado. Ele propôs o uso de “Proof of Work” (Prova de Trabalho), onde computadores teriam que gastar energia para resolver quebra-cabeças criptográficos e validar transações.

O Bit Gold de Szabo nunca foi implementado de forma prática porque ele não conseguiu resolver o problema do gasto duplo (double-spending) sem recorrer a um servidor central para verificar se a mesma moeda não estava sendo usada em dois lugares ao mesmo tempo. É aqui que a genialidade de Satoshi Nakamoto se manifesta, não como inventor de novas tecnologias, mas como um arquiteto que uniu peças díspares. Ele pegou as assinaturas digitais, a rede peer-to-peer, e o conceito de Prova de Trabalho do Hashcash (criado por Adam Back em 1997 originalmente para combater spam de e-mail) e adicionou o ajuste de dificuldade dinâmico.

Maior visibilidade para anúncios

Somente corretores de imóveis licenciados podem anunciar casas no Multiple Listing Service (MLS). Essa é uma grande vantagem, já que a maioria dos compradores usa a internet para buscar imóveis . Os corretores são muito experientes e sabem onde seu imóvel terá maior visibilidade. Além disso, anunciar sua casa exige muito tempo e esforço. De acordo com a Associação Nacional de Corretores de Imóveis (National Association of Realtors), 28% dos vendedores que anunciam seus imóveis diretamente (FSBO, na sigla em inglês) acabam contratando um corretor de imóveis após não conseguirem divulgar a propriedade por conta própria.
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Os corretores publicam anúncios o tempo todo, então sabem exatamente o que incluir e como divulgar seu imóvel da maneira correta. Entende o mercado e sabe precificar imóveis corretamente. Os agentes imobiliários utilizam dados específicos e conhecimento de mercado para definir um preço de venda competitivo para o seu imóvel. Eles têm acesso a dados comparativos de mercado para descobrir por quanto outros imóveis na sua vizinhança foram vendidos.

Isso é fundamental, pois os preços de venda revelam quanto os compradores estão realmente dispostos a pagar por uma casa na região. Ao tentar precificar sua casa por conta própria, você pode se deparar com diversos problemas. Se superestimar o valor do seu imóvel, a venda pode levar meses. Se subestimá-lo, você pode perder milhares de reais.

Gerenciar contatos e futuros compradores

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Vender um imóvel exige muito tempo e esforço . Se você não quer lidar com ligações e visitas de potenciais compradores, o melhor é contratar uma imobiliária. Ao escolher um profissional, você também evita as fases de negociação, que costumam ser complexas . O agente imobiliário atuará como intermediário e apresentará apenas ofertas que atendam às suas necessidades. Para uma transação segura – Vender um imóvel exige o fornecimento de diversos documentos , incluindo laudos de vistoria obrigatórios .

Ajustar o preço ou as condições de venda, verificar as informações necessárias, respeitar o prazo de reflexão e selecionar a melhor oferta são processos complexos. Contar com o apoio de um corretor de imóveis durante todo o processo de venda traz muita segurança e garante o cumprimento das leis imobiliárias, evitando surpresas desagradáveis posteriormente. Seja qual for o motivo da venda do seu imóvel, geralmente é um momento emocionalmente intenso que exige muito tempo e organização.

Confiar a venda da sua propriedade a uma imobiliária permitirá que você vivencie esse importante momento da sua vida com mais tranquilidade. Por que confiar seu imóvel a uma imobiliária? Está planejando vender sua casa ou apartamento? Você pode fazer isso sozinho ou confiar a tarefa a uma imobiliária. A segunda opção oferece muitas vantagens. Além de garantir a segurança da transação, evita diversas dores de cabeça. Por que confiar seu imóvel a uma imobiliária? Vamos analisar mais detalhadamente!